Escrevo tudo o que ronda minha mente,que tirar minha 'paz',tudo o que sinto,penso,que me deixa um pouco paranóica.Não importa se meus textos tem sentido ou não,se me determinados momentos entro em contradição,a vida é uma contradição constante.Não preciso agradar ninguém com minhas palavras,só preciso me expressar,e essa foi a forma mais propícia que encontrei.
De certa forma meus textos,são um reflexo de quem eu sou.É escrevendo que eu transpareço,meus sentimentos,pensamentos,é uma forma de desabafar para mim mesma.
Alguns falam:não entendo o que você escreve.Não tem grande importância outra pessoa entender além de mim e olha que as vezes nem eu mesma entendo o que escrevo.
Vivo escrevendo o incompreensível,como Clarice Lispector diz:"viver ultrapassa qualquer entendimento".No meu ponto de vista, a vida fica sem graça a partir do momento que você tenta compreendê-la.
Escrevo apenas letras que as vezes combinam entre si,mas o que realmente importa fica nas entrelinhas,no sentimento que coloquei,existente ao longo do meu desabafo.
As vezes para e fico lendo o que escrevi, buscando algum sentido ou motivo lógico,as apenas não existe,eles estão perdido por ai,jogados ao vento,como as palavras que não são escritas,apenas ditas.
Isso chega ser um pecado,palavras jogadas ao vento,como se não tivessem importância,como se não passassem de apenas palavras,nada mais que palavras.Uma palavra dita,quebra o silencio conturbado.Palavras ao vento é como amar sem ser amado.
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